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Cigarro e fertilidade

Data da publicação: 18/06/2012

Como se sabe, o consumo de cigarro está relacionado a uma série de problemas de saúde. É crescente o número de estudos que mostram que o hábito de fumar afeta de modo importante a saúde reprodutiva masculina e feminina. Na mulher, estudos verificaram uma maior incidência de menopausa precoce, pior qualidade dos óvulos e dos embriões formados, menores taxas de gravidez e maior ocorrência de gravidez nas trompas.

Entre os homens, o cigarro é responsável por uma pior qualidade dos espermatozóides, reduzindo sua capacidade de fertilização dos óvulos. Durante a gestação, inúmeros estudos mostram os efeitos perigosos do cigarro sobre a placenta e feto, evidenciados pela maior incidência de descolamento de placenta, crescimento intra-uterino retardado, redução do líquido amniótico, dentre outras gravidez complicações obstétricas que colocam em risco não só a vida do feto, mas também da gestante.

Deste modo, aconselhamos que tanto homens como mulheres evitem o hábito de fumar. Em caso de gravidez, deixar de fumar o mais rápido possível.



Texto revisado por:

Dr.Marco Melo / CRMMG 30246

Médico ginecologista. Membro da Comissão Nacional Especializada em Reprodução Humana-FEBRASGO, Mestre e Doutor em Ginecologia e Obstetrícia pela UFMG, Pós-doutor pelo Instituto Universitário-IVI, Universidade de Valência (Espanha), Especialização em Biologia Molecular da Implantação Embrionária pelo FIVIER (Espanha), Master em Ginecologia Endócrina e Reprodução Humana pelo Instituto Valenciano de Infertilidade (Espanha), Editor da Revista Cadernos de Medicina, Membro da Câmara Técnica de Reprodução Humana do CRM-MG. CRMMG 30246

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