Apesar de não ser considerado pela Sociedade Brasileira de Reprodução Humana como um exame básico da pesquisa de infertilidade conjugal, consideramos fundamental a sua realização, antes de se indicar um tratamento de Reprodução Assistida. Ele deverá ser realizado no início do ciclo menstrual (preferencialmente até o terceiro dia da menstruação). Traz informações importantes sobre a anatomia uterina e ovariana, como número de folículos antrais, presença de miomas, pólipos endometriais e cistos ovarianos.
FAQ
O ultrassom pélvico endovaginal é um exame de imagem que avalia o útero e os ovários. Ele permite identificar características importantes da anatomia reprodutiva feminina, auxiliando na investigação da fertilidade.
O exame fornece informações sobre a anatomia uterina e ovariana, como presença de miomas, pólipos, cistos e o número de folículos. Esses dados ajudam na definição do melhor tratamento.
Apesar de não ser considerado um exame básico pela Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, ele é considerado fundamental antes da indicação de um tratamento de reprodução assistida.
O exame deve ser feito no início do ciclo menstrual, preferencialmente até o terceiro dia da menstruação. Esse período permite uma avaliação mais precisa das estruturas ovarianas e uterinas.
Os folículos antrais são pequenas estruturas nos ovários que contêm os óvulos em desenvolvimento. Sua contagem no ultrassom ajuda a avaliar a reserva ovariana da paciente e a estimar a produção de óvulos, durante uma estimulação ovariana.
Sim. O exame pode identificar alterações como miomas e pólipos endometriais, que podem interferir na implantação do embrião.
Sim. O ultrassom permite visualizar os ovários, identificando cistos e avaliando o número de folículos, o que contribui para a análise da fertilidade.
Sim. As informações obtidas no ultrassom são importantes para orientar a conduta médica e a escolha do tratamento mais adequado em reprodução assistida.
